A atividade de florestar, além de ecologicamente correta e rentável em função do esgotamento florestal, tem campo fértil em nosso país. Estima-se que metade das espécies de madeira nobre conhecidas são aqui nativas. O Brasil possui várias condições ideais (localização, vastidão, terra barata, solo rico, clima tropical, mão de obra abundante, governo democrático, economia estável, etc...). A conclusão mais importante é que é possível atingir bons lucros sem destruir a natureza, recuperando áreas devastadas e reduzindo o avanço da destruição ilegal da Amazônia. No presente, apenas 2 % da madeira nobre vem de plantações certificadas, o resto vem de manejos ou da destruição das florestas. Com o aumento da demanda, como as árvores demoram a crescer, esta situação só se agravará. É preciso agir de pronto pois, caso contrário, será impossível atender esta demanda. |
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O Brasil tem terras muito boas fora da Amazônia. Resta muito pouco da mata Atlântica e projetos de florestamento, além de oferecer madeira em substituição à depredação florestal, pela reserva legal prevista em lei e pelas áreas de preservação permanente (APP), propiciarão a recomposição da flora e da fauna.
Do lado financeiro, a preços atuais a taxa de retorno é boa e, considerando-se alguma valorização real ao ano, temos um negócio excelente. Porém, a rentabilidade pode melhorar. No longo prazo, uma opção interessante seria verticalizar a operação, abraçando também a manufatura, de tal forma a aumentar a taxa interna de retorno, sem intermediários. |
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